São cartas Senhor, são cartas! Depois de tocar a campainha, algo acontece. Não é o carteiro, mas há uma carta por abrir.

.posts recentes

. Ironia da realidade - Men...

. A ironia da democracia em...

. Não tenho paciência para ...

. Não tenho paciência para ...

. Não paciência para merdas...

. Ñão tenho paciência para ...

. Love in trash can

. End of watch

. O pecado numa dentada de ...

. Hotel Georgian

.arquivos

. Fevereiro 2013

. Dezembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Abril 2012

. Outubro 2011

. Julho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Fevereiro 2011

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Julho 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

. Março 2006

. Fevereiro 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

. Setembro 2005

. Agosto 2005

. Julho 2005

. Junho 2005

. Maio 2005

. Abril 2005

. Março 2005

. Fevereiro 2005

.links

Quarta-feira, 30 de Agosto de 2006

After all these years

120px-AutomaticCover.jpg


O título pode ser enganador, pois a banda sonora deste postal é outra. Fruto de vários acasos, hoje escolhi o cd “Automatic for the people” dos REM como banda sonora das minhas viagens “intra-diárias” por Lisboa. Já não ouvia há anos este cd. E quando digo anos, contabilizo 12… claro que de vez enquando, by accident, ouvia uma ou outra música, mas o cd o não, pela simples razão de que, “yad yad yad”, até ontem, apenas tinho a caixa do cd, e como na Fnac o preço deste cd é quase ofensivo, o tempo foi passando e passando…


Confesso que mal comecei a ouvir a “Drive”, uma sensação muito estranha se apoderou de mim, penso que será nostalgia, mas daí que talvez não seja, tudo depende, como sempre, do que se entende por nostalgia e o meu entendimento é sempre algo muito confuso, o que nem sempre é mau. Isto porque o passado é sempre indissociável (sim, é uma palavra que está muito na moda no meu vocabulário por estes dias!!) do presente, não só no sentido de que o passado faz parte de nós (you can cut with the past, but the past won’t cut with you), mas no sentido de que o passado influencia a forma como vivemos o presente e enfrentamos o futuro….


Em todo caso, fui assaltado pelas memórias da minha “adolescência” profunda, do tempo do “ciclo” (7º - 9º ano, os melhores anos de escola…. Excluindo a universidade, claro). São certamente incontáveis o número de vezes que ouvi este cd em casa do Kiko e penso que seguramente que é um dos momentos musicais que marca a nossa amizade (agora que penso nisso, existem momentos musicais curiosos na nossa amizade: Billy Joel “in the middle of the night”, aquela música de discoteca que só sei trautear o refrão, a Alive dos Pearl Jam e claro, a Creep dos Radiohead… mas isso são outras bandas sonoras).


Por mais estranho que isto possa parecer, tive uma adolescência feliz e sem Morangos com Açúcar (nexo de causalidade?? É muito provável). Bem, para as pessoas que acham que hoje acham que eu sou um idealista, deve ser difícil imaginar, mas nessa altura posso dizer que era verdadeiramente idealista e posso garantir que isso dá uma cor completamente diferente às vivências de um adolescente. Tive também muita felicidade pelos amigos que fiz na adolescência e que ainda hoje continuam a ser alguns dos meus melhores amigos (Kiko e Pipi (!maldade!), estou a falar de vocês!!).


Bem, pensar nestas coisas acabou por atenuar a sensação estranha de que falava no início deste postal, pois a nostalgia não se confunde com memórias. Mas ouvir “Nightswiming” trás de volta aquilo que talvez seja nostalgia ou talvez não:


Nightswimming deserves a quiet night.
The photograph on the dashboard, taken years ago,
Turned around backwards so the windshield shows.
Every streetlight reveals the picture in reverse.
Still, it’s so much clearer.
I forgot my shirt at the water’s edge.
The moon is low tonight.


Nightswimming deserves a quiet night.
I’m not sure all these people understand.
It’s not like years ago,
The fear of getting caught,
Of recklessness and water.
They cannot see me naked.
These things, they go away,
Replaced by everyday.


Nightswimming, remembering that night.
September’s coming soon.
I’m pining for the moon.
And what if there were two
Side by side in orbit
Around the fairest sun?
That bright, tight forever drum
Could not describe nightswimming.


You, I thought I knew you.
You I cannot judge.
You, I thought you knew me,
this one laughing quietly underneath my breath.
Nightswimming.


The photograph reflects,
Every streetlight a reminder.
Nightswimming deserves a quiet night, deserves a quiet night.


 

publicado por O Carteiro às 14:06
link do post | favorito
Comentar:
De
  (moderado)
Nome

Url

Email

Guardar Dados?

Este Blog tem comentários moderados

(moderado)
Ainda não tem um Blog no SAPO? Crie já um. É grátis.

Comentário

Máximo de 4300 caracteres




O dono deste Blog optou por gravar os IPs de quem comenta os seus posts.

.Fevereiro 2013

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28

.links

.tags

. todas as tags

blogs SAPO

.subscrever feeds