São cartas Senhor, são cartas! Depois de tocar a campainha, algo acontece. Não é o carteiro, mas há uma carta por abrir.

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Sábado, 16 de Setembro de 2006

Música bonita

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Tomem isto como um conselho amigo: ouçam Gemma Hayes.


Quando comecei este apartado postal, penso que foi uma das primeiras indicações musicais. Pois hoje volto à carga. Lembro-me perfeitamente da primeira vez que ouvi a Gemma Hayes no já longínquo ano de 2003, quando por “mero acaso” passei os olhos pela MTV a horas impróprias e vi o final do seu videoclip … Confesso que a sua voz e a sua imagem (mas não sejam maldosos, não esperem nenhuma figura voluptuosa, pelo contrário, a sua presença estética tem tudo menos voluptuosidade, mas tem outros encantos, para quem esteja interessado neles… claro) que capturaram a minha atenção, uma voz e um corpo frágil afastava-se numa estrada no meio do deserto… retive de imediato o seu nome, no dia seguinte, procurei o disco dela na fnac e outras lojas afins … e, para minha surpresa na altura (mas já não agora), ninguém sequer sabia da existência dela. Foi preciso ir a Coimbra, à discoteca almedina para a encontrar (e já agora, faço daqui a minha vénia a essa discoteca bem como à loja de música do centro comercial golden, que felizmente são geridas por pessoas que verdadeiramente amam a música. E é tão bom, chegar a um sítio desses, e seja qual for o pedido, essas pessoas serem capazes de responder com um olhar de confidência e intimidade, com o mesmo nível de conhecimento que a maioria das pessoas fala actualmente de morangos com açúcar e da floribella…).


Mas voltando à Gemma Hayes, ela lançou no final do ano passado um novo álbum (que ainda hoje não está disponível na fnac) com o título “The roads don’t love you”. Claro que felizmente existem outros meios de atingir a mesma finalidade e a menor custo. Confesso que me tenho deliciado com esse conjunto fantástico de canções agri-doces, delicadas e intensas. Existe um estranho sentimento de comunhão. É intraduzível de uma forma racional, mas talvez possa exprimir essa ligação recordando um verso de um célebre “dead poet”: “I miss the confort in my sadness”.


 


Happy Sad


My dirty joy, my laden back
My will to live is under attack
I have the days when it comes easy
My blue eyed boy got show and tell
I need your laugh to make me well
No light is coming through my window

Gotta meet you face to face
Convince you that i’m not so strange
Just happy sad
I’m broken down
But i’m upbeat when you come around
I’m happy sad it and it comes easy to me
I’m never one or the other


 


Helen


I will welcome any stranger
For strangeness is a welcome guest
And i will make a bed for him to rest

We will arise there after
Fall around the place in drunken laughter
And never look back again


 

publicado por O Carteiro às 16:46
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6 comentários:
De ocarteiro a 20 de Setembro de 2006 às 10:39
Sininho, eu disse que ficava À espera de resposta!!
De ocarteiro a 20 de Setembro de 2006 às 10:38
Querida concubina da gaja das mamas boas, recomendo http://lesboa.blogspot.com!
Baci
De Concubina da gaja das mamas boas a 18 de Setembro de 2006 às 02:38
Mas será q até as gajas me traem!! Estou lixada, vou comprar um cão!!
De Sozinha a 18 de Setembro de 2006 às 01:59
Em defesa da minha honra enquanto cliente FNAC, devo dizer que todo o processo se desenrolou em volta de uma interessante discussão acerca do papel que Bauhaus tem na vida das pessoas!E a propósito, já ouvi a Gemma Hayes, que me faz lembrar alguém, mas ainda não descobri. Mas lá que é bom, é.
De ocarteiro a 17 de Setembro de 2006 às 23:29
Que maldade, sininho! Tanta perversidade, no teu olhar! Mas, acho que tens razão, o meu lirismo foi um bocado forçado. No entanto, é totalmente explicado pela audição da gemma hayes, que era o tema do postal!
Fiquei curioso, para onde estava mesmo a olhar o senhor da fnac? a saozinha agora anda com pins com o smile? será que a edp iniciou um novo capítulo nas suas técnicas de marketing?
Baci
PS - Apesar de tudo, fico à espera de resposta!
De sininho a 17 de Setembro de 2006 às 00:23
Querido Carteiro:
Estás recordado que, há uns tempos atrás, chegaste a pensar em "enfiar-te" num gabinete de uma psicóloga? Um conselho para ti: vai e já! Estou, de facto, preocupada com a seguinte afirmação que colocaste no post de hoje: "E é tão bom, chegar a um sítio desses, e seja qual for o pedido, essas pessoas serem capazes de responder com um olhar de confidência e intimidade...". Primeiro: olhar de confidência e intimidade com os senhores que vendem música é "nem sei bem o quê"! Segundo (e verdadeiramente mau!): "seja qual for o pedido", mas o que é isto??? O que vais tu pedir a esses senhores que vendem música e, pior, porque raio te respondem com "um olhar de confidencia e intimidade"???!!! Eu não compro muita música, mas nunca nenhum me lançou um olhar desses!!!! (É certo que ontem na FNAC um senhor "desses" lançou um olhar "desses" à Sãozinha, mas tenho para mim que o dito olhar parou abaixo do pescoço e acima do estômago... não é desses olhares que os senhores te lançam, pois não????).

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