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Sexta-feira, 23 de Novembro de 2007

Tak, tak, tak!

As minhas palavras são de agradecimento aos meus companheiros de aventura: Saozinha (assídua postaleira), e Mr. D. e Miss C. (estes dois últimos, espero que passem agora a ser assíduos visitantes).

Para aqueles que não estão bem ao corrente dos últimos acontecimentos, escrevo algumas horas depois de ter aterrado no aeroporto da Portela (umas horas mais tarde do que previsto, mas nada a estranhar dada a junção da TAP com computadores dinamarqueses!).... hum, hum quer dizer, isto era assim que começava este postal no Domingo passado, entretanto diversas vicissitudes impediram que desse conclusão a este postal.

 

Whatever... penso que a referência aos computadores dinamarqueses já deve ter sido suficiente para denunciar onde estive. Em todo caso, apenas parcialmente, pois ter-se-á que juntar o sol (ou melhor, os “sóis” da suécia).

 

Pois bem, numas mini-férias (merecidas, digo eu) parti rumo ao norte, mas bem mais a norte do que é costume (ou por outras palavras, bem mais a norte do que a “terrinha”): Copenhaga foi o destino. Desta vez, e por contraposição à viagem pela California, basicamente apenas tive de me preocupar de chegar (... ligeiramente atrasado) ao aeroporto para embarcar, pois o planeamento executivo da viagem ficou a cargo do “trio maravilha” supra referido!

 

Já há muito que suspeitava das minhas afinidades com os povos nórdicos, em virtude da minha estadia na Finlândia (mais em particular, nas belas cidades de Turku e Helsinquia). E foi assim que, apesar do longo check-in do hotel (.. provavelmente do check in mais demorado do mundo..), do longo check-in de regresso (também patrocinado pela Carlsberg) do frio, da falta de luz, da chuva, das insinuações relativas à minha psicopatia e do péssimo café, as minhas recordações desta viagem se transformaram num “brilhozinho” nos meus olhos. Tenho para mim que a sintonia cerebral do “gang tuga” (de que se dá também conta aqui) foi sem dúvida importante para a apreciação geral da viagem, funcionando com o filtro perfeito das objectivas que captaram as imagens em movimento, a luz e a ausência dela (sim, metáfora, porque a objectiva da minha querida máquina fotográfica decidiu sentir ciúmes do “filtro” e deixou de focar). Mas acho que também estou a ser minimamente objectivo quando digo que gostei da cidade de Copenhaga, da sua arquitectura, da sua tranquilidade, da pequena sereia (que tem uma dimensão mais aceitável do que o “mijão de Bruxelas e que compensou o esforço de lá chegar), do ambiente intelectual do bar “the moose” (and all I need now is intellectual intercourse!!), da loucura nocturna do “Barbarellah”, sem esquecer a passagem pela Suécia (Malmo), que nos mostrou o lado solar da Escandinávia e despertou no gang a cumplicidade de voltar no próximo ano.

 

Também considero que somos pessoas privilegiadas por viver neste cantinho do sul da Europa, em que se pode fazer praia em pleno Novembro enquanto se comem umas belas castanhas assadas de S.Martinho depois de umas ondas perfeitas, mas sabem, por vezes um friozinho sabe mesmo bem.... especialmente quando o sol (ou os “sóis”) brilha intensamente!

 

O momento musical não podia deixar de ser de inspiração dinamarquesa, não óbvia, mas de “King size”. Da senhora Christina Rosenvinge já dei conta aqui!

publicado por O Carteiro às 01:46
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