São cartas Senhor, são cartas! Depois de tocar a campainha, algo acontece. Não é o carteiro, mas há uma carta por abrir.

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Sexta-feira, 26 de Janeiro de 2007

E agora algo realmente interessante, que vale mesmo a pena, mas mesmo, mesmo!

Caros leitores, trago hoje um problema crucial não só para todos os seres humanos deste planeta mas também para advogados e juristas (isto é para ter piada, mas dá para rir de diferentes maneiras). Esqueçam Guantanamo, o habeas corpus do sargento qualquer coisa e mesmo a discussão do referendo do aborto. Na verdade o que o povo precisa é de um debate sério sobre a problemática dos contratos de intermediação financeira enquanto categoria jurídica. Claro que o carteiro não poderia deixar de ficar de fora desta problemática, e vai daí e criou um marco (!) nesta matéria, que não poderá deixar ninguém indiferente. Eu sei, é polémico e fracturante da sociedade, mas já era tempo de dar voz ao povo, aos pobres e oprimidos que se sentem desiludidos com a dialéctica fenomenológica entre as margens do rio da metodonomologia da diferença e da semelhança. Mesmo não admitindo que os meus leitores possam sequer, por mera eventualidade, não estarem já em retiro espiritual de abnegação dos prazeres da carne para reflectirem sobre este assunto, faço chegar até vós um pedaço de luz, só comparável às revelações da Maya, publicado nos Cadernos do Mercado de Valores Mobiliários.

 

 

PS – Sim, é verdade, esqueceram-se do “de”. E este “de” faz uma grande diferença.. ou dito de outra forma, dá uma grande “luz”!!

música: ISIS - Not in rivers, but in drops
publicado por O Carteiro às 00:48
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