São cartas Senhor, são cartas! Depois de tocar a campainha, algo acontece. Não é o carteiro, mas há uma carta por abrir.

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Sexta-feira, 8 de Abril de 2005

This time there is no rain

P1010076.JPG


O carteiro disse:


 


Day three


 


White Mountain came across my eye line. But in my mind there is fire and in my mouth there is bitterness. I drink from the glass but the bitterness never ends. There is a song somewhere that carries me to the dark side. Flies eclipse above my head like endless shadows of sorrow. From the lines to the poison of metal strings, I’m rusty and tired. The faith is empty. There is no faith for me. From the other side.


 


Day Four


I’m gone again. This time, there is no rain, but there is again an endless search for your eyes. I collapse my hands not knowing where to put them again. The bed collapsed to the floor and my arms were open for you.


The lights are out and the shadow light gets in. There is an image reflected in the ceiling but there is no mirror.


I would grab your hand and take you with me. Will you follow my eyes if I don’t close them?


 


Day Five


I’m seeing it again, not in my dreams, but in the silent water passing through my fingers. Quiet peace of loneliness. The yellow flowers rest in the shadow of white houses. I can’t find an reasonable answer. We are always changing and we are not able to see it, In front of me, your eyes and my trust. Is there any answer to why?


I clap my hands to clear the sound in my hears. Will I fill another page with handwriting? Can I continue knowing that it will not end?


Being tragic and being dramatic, the disharmony of human nature is around me.


 

publicado por O Carteiro às 23:09
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