São cartas Senhor, são cartas! Depois de tocar a campainha, algo acontece. Não é o carteiro, mas há uma carta por abrir.

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Sexta-feira, 3 de Novembro de 2006

Parte de algo

Parte de algo
Num falso sentido
Ao anoitecer
Ao acordar
Parte de algo
Que não se esquece
Que não se sente.
E ainda assim,
Parte de algo
Está presente
No incómodo
No estremecer
Em paredes confusas
De dedos mendigos
Sem forma de ser
Numa ausência
Incandescente.
E se quero algo
Quero adormecer
Partir no amanhecer
Para não chegar
A lado algum
Pois parte de algo,
Que é algo mais,
Está perdido.
publicado por O Carteiro às 19:35
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3 comentários:
De marta a 7 de Novembro de 2006 às 13:12
Querido carteiro,não me apetece nada, mas tenho que fazerte uma confissão e não vai agradar-te . Resulta que em realidade meu domínio do português não é tal.Tenho ajuda, mas o dia que seja capaz de escrever em português serás o primeiro em sabê-lo.To digo porque se pensas vir a Barcelona (e espero que o faças!), parece-me genial que me fales em português,assim aprenderei mais rápido, mas terás que ser muito intuitivo se queres que te responda na mesma língua.jaja.Bsos
De ocarteiro a 4 de Novembro de 2006 às 21:34
Querida Marta, obrigado por tão belas palavras sobre o que escrevo. Fico muito contente por ter chegado até ti, que tens o dom para perceber o que escrevo, mesmo que respires outra língua. E tenho que dar os parabéns pelo fantástico domínio do português, ninguém diria que és catalã! Baci mille.
PS - A minha visita a Barcelona não está esquecida!!
De marta a 4 de Novembro de 2006 às 20:43
Querido carteiro, quando uma pessoa lê um poema, as vezes sucede que sorri, ou chora, ou recorda, ou imagina, ou simplesmente se pergunta "quem" ou "que" terá inspirado esse poema. Em qualquer caso, significa que chegaste a essa pessoa. Sucedeu.

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