São cartas Senhor, são cartas! Depois de tocar a campainha, algo acontece. Não é o carteiro, mas há uma carta por abrir.

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Quinta-feira, 25 de Maio de 2006

Já cá canta (ou quase)

(leiam isto como se fosse anteontem!)


 


È verdade, em tons de amarelo e com um grafismo que não é lá muito brilhante, já sou possuidor de uma passagem para aquilo que promete ser o concerto do ano (e o festival também). Dia 26 de Maio espero comparecer a horas no Parque Tejo para presenciar uma das melhores noites de “rock” que este país já teve oportunidade de assistir. Penso que já disse isto, mas qualquer destas bandas como cabeças de cartaz de um festival seria suficiente para pelo menos implicar uma ponderação séria quanto à minha presença. Agora as quatro juntas é realmente uma bênção do céu (ou do inferno, depende da perspectiva), e claro, em especial os Tool.


As pessoas que não me conhecem devem estar a sentir vibrar na sua cabeça um comentário muito frequente a meu respeito (“foda-se, este gajo é maluco. Sempre de fatinho mas depois transforma-se num “psicopata”). Mas isto não é lá muito importante, “abençoados” aqueles que não conseguem ler nas entrelinhas! Mas adiante.


A verdade é que qualquer das bandas do dia 26 tem uma história de vivência interpessoal (comigo entenda-se) especial. Aproveitando o tempo que falta para o festival decidir reviver cada uma delas através do meu “famoso” cd player que me acompanha no meu deambular pela capital do império.


Assim, para respeitar o alinhamento, começo pelos Alice in Chains.


Eu sei, actualmente devem ser poucas as pessoas que ainda ouvem a banda, mas eu sou um desses casos. Eles estão dentro universo do “carteiro grunger” que poucos de vocês conhecem. A minha relação com o grunge é pouco ortodoxa e em contratempo! Se não reparem: só comecei a gostar de nirvana alguns anos após a morte do Cobain, mas não por via do mtv unpluged mas por força de um encontro imediato com o “in útero” (ouvir “black shapped box” e “all apologies” ainda me fazem arrepiar). Só comecei a gostar de Pearl Jam com o No code (e claro depois fiz a regressão no tempo até ao “ten” que me tinha passado despercebido, mesmo com a música “alive”), e continuo a achar que o “Yield” é o melhor álbum da banda (e sim, tenho um bilhete para o concerto do dia 4 de Setembro!!). Os Soudgarden, à excepção da “black hole sun”, só chamaram à minha atenção com “down on the upside” (o que alguns consideram sacrilégio!).


Quanto aos Alice in Chains foram a última descoberta do grunge graças à música “again”. De forma sintética, penso que a música deles têm um efeito absorvente do lado doentio que existe dentro de cada um de nós (confesso). A voz do layne staley, entretanto falecido (tentem adivinhar a causa da morte!) tem uma força negra impossível de deixar alguém indiferente (mesmo que seja para detestar). A primeira imagem que me surge ao pensar neles é a minha própria imagem caminhando em frente da faculdade de medicina com o meu “walkman”, bem cedo pelo manhã, depois de uma noite no “buraco negro”. Alguém se lembra?


 


Bem, para terminar aqui fica o meu top 5 dos Alice in Chains, que espero que acabe na set list do concerto de sexta-feira:


1 – No excuses


2 – Again


3 – I stay away


4 - Them bones


5 – Man in the Box


 


 

publicado por O Carteiro às 01:08
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