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Quarta-feira, 31 de Maio de 2006

Questão difícil

Uma questão difícil, que provavelmente poucos de vocês esperariam que eu colocasse num postal: o que é o amor?


Bem, não estou à espera de respostas, uma vez que eu próprio não tenho. Quer dizer, por vezes, encontro respostas, mas como o plural já indica, elas vão variando, esbatendo-se e reemergindo e perdendo-se na confusão dos pensamentos. Por vezes dou comigo a pensar o impensável (ou pelo menos, como eu pensava… desculpem a redundância): não será o amor apenas o nome que damos à necessidade biológica de assegurarmos a sobrevivência da espécie, o método de selecção da espécie. Um dia, numa conversa de café, um tipo defendeu isto e eu de forma extremamente convincente (penso eu…) refutei os seus argumentos científicos com um lirismo apurado. Bem refutei é um eufemismo (aqueles que me conhecem certamente percebem a figura de estilo). Mas confesso, às vezes, como hoje, sinto o vacilar da minha refutação entre o som agastado das minhas janelas partidas (uma metáfora forçada, mas que não consigo evitar).


 


Não é que seja mais fácil definir a amizade, no entanto, hoje isso parece-me bem mais fácil socorrendo-me de uma das músicas mais bonitas que conheço sobre a amizade (ou pelo menos na minha interpretação… na verdade, a canção pode ser sobre maças e laranjas… se é que alguém percebe a mensagem subliminar!).


 


Here is a song from the wrong side of town
Where Im bound to the ground by the loneliest sound
And it pounds from within and is pinning me down

Here is a page from the emptiest stage
A cage or the heaviest cross ever made
A gauge of the deadliest trap ever laid

And I thank you for bringing me here
For showing me home
For singing these tears
Finally Ive found that I belong here

The heat and the sickliest sweet smelling sheets
That cling to the backs of my knees and my feet
Well Im drowning in time to a desperate beat

And I thank you for bringing me here
For showing me home
For singing these tears
Finally Ive found that I belong

Feels like home
I should have known
From my first breath

God send the only true friend I call mine
Pretend that Ill make amends the next time
Befriend the glorious end of the line

And I thank you for bringing me here
For showing me home
For singing these tears
Finally Ive found that I belong here


 

publicado por O Carteiro às 12:52
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9 comentários:
De ocarteiro a 8 de Junho de 2006 às 16:14
Eu seria incapaz de o reconhecer.. ainda bem, pessoas desses são para evitar! Baci
De ana a 8 de Junho de 2006 às 10:06
Tenho umma história curiosa para te contar a esse propósito.
Uma vez tive um encontro imediato com esse indivíduo numa festa ( se é que estamos a falar da mesma ave rara)
Olá,lembras-te de mim? - diz-me.
Aproveitei para lhe perguntar - Tu és mesmo tolo ou estavas a agourar-me, a esfregar-me na cara a ironia e a inveja dos que não suportam que ainda alguém acredite?
Ao que ele respondeu - Débora, leva a tua amiga embora que ela está bêbada.
Constatei, portanto, que era mesmo tolo.
A Débora concordou e com esse concordar levou-me toda para casa e descobri que há formas novas de acreditar :)

beijinho.
De Sozinha a 1 de Junho de 2006 às 18:35
Uau!Obrigada!Mas neste momento pondero casar-me com uns senhores espanhóis (eheheh)...É que esta música é daquelas que são nascidas para a perfeição de um hino. E faça o favor de quando vier aqui à consulta, trazer a modinha para eu poder ouvir.
Quanto à mudança de endereço, já existe um carteiro, pelo que não me parece boa ideia. Bacci
De ocarteiro a 1 de Junho de 2006 às 11:26
Querida saozinha (tapa os ouvidos ao teu namorado): queres casar comigo? LOL! Na muche! Será que a sininho e a toquinhas já te falaram da cover que eu fiz dessa música?`Espero que não....
Querida Lena e Madrapalha: sejam bem-vindas à minha humilde caixa de correio. A música é a "home" dos depeche mode. Quanto à mudança de endereço postal, é uma sugestão a considerar. Há mais leitores a pensar o mesmo?
De mardapalha a 31 de Maio de 2006 às 18:42
Tudo passa pelo velhinho "All need is love"...e está tudo dito.
De devilised again a 31 de Maio de 2006 às 18:33
"Stand Inside Your Love"

You and me
Meant to be
Immutable
Impossible
It's destiny
Pure lunacy
Incalculable
Insufferable
But for the last time
You're everything that I want and ask for
You're all that I'd dreamed
Who wouldn't be the one you love
Who wouldn't stand inside your love
Protected and the lover of
A pure soul and beautiful you
Don't understand
Don't feel me now
I will breathe
For the both of us
Travel the world
Traverse the skies
Your home is here
Within my heart
And for the first time
I feel as though I am reborn
In my mind
Recast as child and mystic sage
Who wouldn't be the one you love
Who wouldn't stand inside your love
And for the first time
I'm telling you how much I need and bleed for
Your every move and waking sound
In my time
I'll wrap my wire around your heart and your mind
You're mine forever now
Who wouldn't be the one you love and live for
Who wouldn't stand inside your love and die for
Who wouldn't be the one you love
De lena a 31 de Maio de 2006 às 18:27
Infelizmente, não reconheci a música (raios, detesto quando isso acontece ;-)).
Em relação ao tema em questão, é tão difícil que não me aventuro a adiantar qualquer resposta. Mas recuso qualquer explicação do tipo "não será o amor apenas o nome que damos à necessidade biológica de assegurarmos a sobrevivência da espécie, o método de selecção da espécie." Isso nunca!
Bem, já ficaste com o meu primeiro comentário. Já agora, não consegues passar para um blogspot.com? Dá logo outro ar ;-)!
De raul a 31 de Maio de 2006 às 18:22
depeche... andas a aprende ò zé :)
De Sozinha a 31 de Maio de 2006 às 15:54
E eu respondo com:

"By starlight I'll kiss you
And promise to be your one and only
I'll make you feel happy
And leave you to be lost in mine
And where will we go, what will we do?
Soon said I, will know"

Basicamente a indefinição define a coisa. Além de que é sempre interessante não saber para onde amos.

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