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Domingo, 11 de Janeiro de 2009

2008 em revisão

 

Eu não gosto de ficar muito tempo a pensar no passado. No entanto, é um exercício importante, desde que não se acabe por cair na tentação de viver no passado.
Seja como for, será sempre um exercício lúdico saudável passar em revisão alguns acontecimentos de 2008 (com óbvia exclusão dos de foro íntimo... que isto aqui não é a casa da tia Amélia!!)
 
Antes, a parte objectiva da coisa, isto é, quem se lembrar deste postal (nota mental de megalomania), recorda-se que tinha definido sete resoluções para 2008. Uma conta de merceeiro era capaz de me colocar em mãos lençóis, com um balanço negativo. Assim,
A crédito:
  • 1º concerto dos “The Big Church of Fire” (primeiro de muitos, claro) – Como alguns queridos leitores tiveram oportunidade de verificar “in loco”, objectivo amplamente alcançada. Não foi apenas um, mas dois e que concertos: CAEP e Cabaret Maxime (para mais desenvolvimento, infra)
  • Rafting – Alcançado. Ok.. Não foi exactamente o que estava à espera, mas como poderia saber que no pico de Fevereiro o rio Paiva ia estar com pouca água! Mas foi uma experiência qualitativamente positiva. Sobretudo, não vou esquecer os saltos para a água, junto à descida de grau 5 (que só não é 6 porque ainda não morreu ninguém). Algo que recomendo a quem gostar de sentir a adrenalina a correr nas veias.
  • Correr a meia-maratona de Lisboa (e não a mini!) – Reportado aqui. Uma das coisas que me orgulho (e nesse sentido, consta da minha lista dos momentos significativos de 200, infra).
 
A débito:
  • Regresso aos EUA – Esteve planeado, praticamente agendado, mas, infelizmente, não foi possível concretizar. Uma operação que transita para 2009.  
  • Tatuagem – Também esteve em cima da mesa de trabalho, mas acabou por esbarrar em problemas burocráticos e legais que levaram a que ficasse em “águas de bacalhau”. Passo a explicar. Pretendia fazer uma tatuagem (uma guitarra “gretsch” com um fundo de chamas que tinha visto na lombada de um dvd do Brian Setzer (live at Tokio). Depois de muitas procuras, na Internet e nas lojas de música, apenas consegui encontrar o referido dvd na fonoteca de Lisboa. Fui até lá e expliquei o que pretendia. Pensei que haveria boa vontade para um pedido tão singular… mas acabou por aparecer “a chefe” que não era possível para impedir a contrafacção de dvds piratas… sim, com a lombada da capa do dvd ia longe…
  • Concluir o meu trabalho sobre “Instrumentos Financeiros Derivados” – Eu até abri algumas vezes o ficheiro, mas…
  • Concluir o meu livro “Sem luz, sem diferença” – Idem aspas.
  •  

 
Aparentemente o resultado seria negativo. Mas desenganem-se. Não devem menosprezar a minha experiência com a contabilidade de sociedades cotadas, instituições financeiras e afins! Na verdade, não é preciso qualquer milagre de transubstanciação, quando se tem à mão o melhor que a engenharia financeira tem para oferecer, umas operações de M&A, negociação de derivados em mercado OTC e pareceres de auditores externos “independentes”…. Et voilá! Tenho o prazer de anunciar dizer que ultrapassei os resultados esperados pelos analistas!
 
  • Black Rebel Motorcycle Club – Foi mesmo especial. Não sei se é um retorno à adolescência tardia e a todo blá, blá, blá que poderia procurar traduzir agora nessa emoção à flor da pele. Para além do concerto em si, foi bom regressar a Amesterdão e estar com o ladrão de bicicletas mais original da cidade: Dani”! Entretanto os BRMC estão em estúdio a gravar o próximo “disco convencional” (digamos que “The effect of 333” apenas se explica com os efeitos de certas substâncias. Mas eles avisaram que eram um “disco abstracto”.. não poderia concordar mais!). Por isso, só espero que finalmente eles venham a Portugal.  
  • The Big Church of Fire @ CAE (Portalegre) – A concretização de um sonho. É claro que tocar no Maxime também foi muito especial. Ainda assim, o concerto de Portalegre merece um lugar especial, não só porque foi o primeiro. Aliás, não há uma razão que explique isso, mas vários factores que se conjugaram num momento. Foi o concretizar de uma ideia e isso tem uma força incalculável. “Yes we can”. Não é apenas uma frase de marketing, é algo que devemos pôr em prática mais vezes. E a cereja em cima do bolo, foi ter presentes no concerto algumas das pessoas mais importantes da minha vida. Sei que lêem isto e por isso digo: está guardado num cantinho muito especial a vossa presença e o vosso apoio incondicional. Um verdadeiro salto de pára-quedas, sem tandem.
  • Meia-maratona de Lisboa – Acho que quem afirma tem razão. São as pequenas vitórias pessoais que contam. No anonimato da meia-maratona, sem lugar a qualquer pódio, senti-me verdadeiramente contente comigo próprio, corpo e alma, por ter conseguido superar o desafio. “Yes I can”! 
 
Música de 2008: “Heart&Soul” dos BRMC live at Paradiso….(à falta de melhor, @Wiltern)
 
publicado por O Carteiro às 20:34
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4 comentários:
De Mol a 12 de Janeiro de 2009 às 10:18
Bom ano, pequeno!
De O Carteiro a 13 de Janeiro de 2009 às 08:45
Até parece que és muito grande!!
Bem... obrigado!
Baci
De Sãozinha a 12 de Janeiro de 2009 às 15:21
Para onde tu fores a gente vai atrás, Josélito!
De O Carteiro a 13 de Janeiro de 2009 às 08:46
A parte do Josélito era dispensável.. fica a intenção..
Baci

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