São cartas Senhor, são cartas! Depois de tocar a campainha, algo acontece. Não é o carteiro, mas há uma carta por abrir.

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Quinta-feira, 30 de Outubro de 2008

Finalmente, Campeão olímpico!

 

(ou, onde está o “Carteiro”?)
 
Mais um feito incrível do Carteiro, eu sei, mas garanto que é totalmente verdadeiro: Com toda a justiça, posso afirmar que, no passado dia 19 de Outubro, me consagrei campeão olímpico! Imagino a surpresa e até alguma indignação, dado que, afinal, não tiveram de contribuir com os vossos impostos para este campeão (o mesmo já não se pode dizer do “para-imposto” eléctrico!!), o que, relembrando factos passados recentes, dá que pensar! Ainda por cima, acordei bem cedinho para participar na Corrida do Tejo.
 
Mas vamos aos factos. Curiosamente, a minha consagração chega com um tempo mais “fraquinho” do que aquele que atingi no ano passado (00:45:35), mas, ainda assim, com enorme vantagem em relação ao de 2006 (00:51:45). O título olímpico sorriu aos 00:47:48! Ele sorriu, mas só porque, previamente, “lhe tinha sorrido com esta ideia”, quando dei por mim a ultrapassar nada menos do que a Rosa Mota!! (que, a propósito, terminou com o tempo de 00:58:47). Juro que ri mesmo (se calhar, aqui reside a explicação para o deteriorar do meu tempo final!!.. não me parece, a balança tem algo a dizer…). Um enorme momento de glória (pois é, quem quer momento de glória, não pode ficar na caminha!!)
 
Bem, podem recordar esse fragmento da história universal, vendo o vídeo da chegada do novo campeão olímpico, através de dois ângulos diferentes, com uma dedicatória muito especial para a Feiticeira. Agora, é só descobrir onde está o Wally!!
 

 

 

publicado por O Carteiro às 00:29
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Terça-feira, 28 de Outubro de 2008

A Leste do Paraíso

 

De facto, quem não está? Mas vou evitar uma discussão teológica, misturada com os pontos cardiais, embora lhe reconheça todo o interesse reflexivo (alias, não compreendo e só posso explicar em função de uma certa coação à liberdade religiosa, que ainda subsiste neste país, o facto de o tema ainda não ter sido abordado no programa “prós e contras”…).
Mas, de facto, e provavelmente sem surpresa para algumas mentes mais esclarecidas, a inspiração deste post resulta do “razoavelmente” famoso livro (apesar da imunidade pessoal adquirida aos vírus “Peixoto”, “Pinto”, “Coelho”, não é possível ignorar a epidemia…) de um dos meus autores preferidos: John Steinbeck, o qual, felizmente, como se diz na gíria, não está na moda.. assim como o “paraíso”, embora, novamente, possa haver dialécticas de sustentação recíproca de elevado mérito entre as duas.
Curioso é que o “Leste”, mais do que um trocadilho, é o elemento de encadeamento entre as minhas leituras passadas e as minhas leituras.. passadas, mas recentes.
Alguns devem estar recordados que, no início das minhas férias, iniciei a minha aventura literária pela “Montanha mágica”. A sua leitura estendeu-se por um período mais longo do que o período de ócio e, posteriormente, teve a concorrência de “O terramoto BCP: Toda a história”. Embora não fosse óbvio, entre os dois livros acabam por existir alguns pontos de comunhão. E um dos mais curiosos pontos de comunhão diz respeito ao facto de “leste” ser sinónimo de perversão. No primeiro, é a teoria desenvolvida pelo Prof. Settembrini sobre a influência perniciosa do leste na cultura europeia ocidental, sendo o leste (leia-se, russos e tudo mais a leste… pelo menos até a um certo ponto.. onde o leste toca o oeste!). Sim, não deixa de ser curioso o facto de ser um “humanista italiano” a desenvolver tal teoria. No entanto, seria injusto acusá-lo de “ítalo-centrismo”, partindo da concepção que esse país seria o meridiano primordial. Nos dias que correm, o que não faltam é meridianos primordiais ambulantes.. a precisarem de um bom “paralelo” em cima (.. piada de calceteiro!!). No segundo, o “leste” representa o grupo de accionistas e “stakeholders” que movidos pelos mais elevados interesses, acabaram por dar cabo dos restantes (e dos próprios?).
Para aqueles que gostam de contornar o caminho do paraíso com “bulas papais”, deixo aqui as passagens finais dos referidos livros para reflexão:
Adeus! Agora vais viver, ou morrer! Tens poucas probabilidades. Este baile macabro a que foste arrastado durará ainda alguns anos criminosos e não queremos apostar muita coisa na tua possibilidade de escapar. Para falar com franqueza, não sentimos grandes escrúpulos ao deixar esta questão sem resposta. Certas aventuras da carne e do espírito, que educaram a tua simplicidade permitiram-te vencer no domínio do espírito aquilo a que não escaparás certamente no domínio da carne. Momentos houve em que nos sonhos tu governavas, viste brotar da morte e da luxúria do corpo um sonho de amor. Será que dessa festa da morte, dessa perniciosa febre que incendeia à nossa volta o Céu desta noite chuvosa, também o amor surgirá um dia?” – “A Montanha mágica”, Thomas Mann
A verdade, já se sabe, depende onde incide a luz” – “Terramoto BCP – Toda a história”, Maria Teixeira Alves
 
 
Estar a leste do paraíso, tal com a leste de uma miragem, acaba por ser uma evidência e uma aparente condenação.
A propósito, a leste do paraíso foi para onde Caim foi renegado após ter morto Abel. E tal faz-me sempre pensar no dilema do “Génesis”: Esquecendo a questão prévia de saber se o paraíso era melhor que o “leste” (quod erat demonstradum…), tivessem ou não sido expulsos, não estaria a espécie humana condenada a “descer da árvore original do incesto”? Ou será que no paraíso, por via do recurso em matéria de direito relativamente à questão prévia, o incesto não é pecado?
Imagino que seja por força dessa intermitência espiritual que, por vezes, tenho a tentação de entrar no “paraíso”. Especialmente quando se sabe que, nos seus portões, há “snipers” e “Anjos Negros”.
 
Sim, era um trocadilho introdutório para “The sniper at heavens gates” dos Black Angels, os quais, com alguma amarga naturalidade, vão fazer uma digressão pela Europa que não passará por Portugal. Infelizmente, desta vez, penso que não conseguirei contornar o Purgatório para os ir ver ao “Paraíso”…  
 
publicado por O Carteiro às 00:55
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Terça-feira, 14 de Outubro de 2008

The Black & White

Ladies and gentlemen,

The Black Crows vs. The White Stripes. 
Hell yeah, I love a good black& white rock&roll fight!!
 
 
publicado por O Carteiro às 13:45
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Sexta-feira, 10 de Outubro de 2008

Show me the money!

Novidades dos The Big Church of Fire para breve. Aqui fica um "teaser"!

 

publicado por O Carteiro às 12:22
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Quinta-feira, 9 de Outubro de 2008

Estado da Nação

 

Vou partilhar com vocês um pequeno episódio que retrata uma das mais acutilantes evidências, que bem poderia ser adoptada como prólogo desta Lusitânia Nação, “o que nasce torto, tarde ou nunca se endireita” (Já estou a imaginar a frase nas fronteiras do pais e nos aeroportos, logo a seguir ao “bem-vindos”…):
 
Entrei na secção de frutas de um supermercado quando me deparei com o seguinte espectáculo. Um miúdo, de cerca 4 anos, divertia-se tranquilamente a atirar maçãs de uma caixa para outra, enquanto uma senhora (sua avó), impávida e serena, ao seu lado, apalpava bananas e engelhava a testa. Quando as devidas ressalvas antropológicas e habituais “disclaimers” politicamente correctos, devo dizer que neto e avó aparentavam pertencer a uma respeitosa classe média alta (provavelmente, habitante das twin towers) e não aos ditos “grupos étnicos minoritários e desfavorecidos”.
 
Um pouco mais afastado, estava um empregado do supermercado (pertencente ao grupo étnico brasileiro, logo, mentalmente criminosa… na mente de mais pessoas do que se julga) que, com algum cuidado, se encontrava a seleccionar a fruta que estava exposta no referido estabelecimento comercial (sobre o conceito de estabelecimento comercial, vd. assanhada disputa entre Coutinho de Abreu e Orlando de Carvalho). O empregado apercebendo-se da situação hesitou na intervenção, olhando de soslaio diversas vezes para a “sra. de respeitável porte social”, eventualmente na esperança de alguma pedagogia “para-maternal” da dita cuja. Mas nada.
 
Então, o empregado, sentindo provavelmente a insustentável leveza de ser, dirigiu-se ao miúdo e numa voz tranquila e pausada disse “Menino, você não pode atirar a fruta porque estraga”. O puto (a mudança de tom não é ingénua) olhou de soslaio o empregado, encolheu os ombros e, com redobrada energia, continuou a praticar o lançamento das maçãs (era final da tarde, por isso, há que ter esperança no seu futuro olímpico).
 
O empregado ainda insistiu com o miúdo, mas, talvez pelas diferenças de sotaque, o miúdo tomava aquilo como uma espécie de incentivo.
 
Finalmente, o empregado dirigiu-se à sra. avó, que durante este processo, continuava a afincar as suas unhas coloridas nas bananas, e disse-lhe: “Sra., diga ao menino para não atirar a fruta porque estraga”.
 
Se ela não tivesse respondido, até poderia ser que esta história não fosse mais do que um mal-entendido, a Sra. seria surda e não se teria apercebido da situação. Mas…
 
Para meu espanto, eis a resposta: “Não estraga nada, deixe o miúdo em paz. Pelo contrário, até amadurece a fruta”. E continua: “E olhe, quantas vezes não levo fruta e ela fica estragada em casa??! Ah!”. Entretanto, toca o telemóvel, ela atende e ouve-se “Olá filha, já regressaste da “manicure”? Então, nós já vamos para casa”. Desliga e em acto continuado, conclui: “Iuri, vamos embora que a mamã já está em casa”. (Bem gostaria de dizer que, afinal, atendendo ao nome do “prodigioso neto”, estávamos perante outro grupo étnico, mas garanto que o sotaque era do mais requintado gosto alfacinha que tenho ouvido).
 
Haveria muito a comentar. Sem querer ser mau agoiro só espero que um dia, a nossa querida avó não tenha que ouvir: “Oh velha, deixe lá o Iuri chutar heroína porque isso até estimula a capacidade criativa”. Isto claro, enquanto o jovem “Iuri”, motivado pela necessidade de obter financiamento para a expansão da sua capacidade criativa, atinge a anciã com uns belos “directos” nas “trombas”, graças aos anos de prática de lançamento de maçãs.
 
Sic transit mundi
publicado por O Carteiro às 17:27
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