São cartas Senhor, são cartas! Depois de tocar a campainha, algo acontece. Não é o carteiro, mas há uma carta por abrir.

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Sábado, 28 de Junho de 2008

It’s the fucking rock&roll, stupid! Black Rebel Motorcycle Club @ Paradiso

 

O prometido é devido. Não poderia deixar de partilhar com os visitantes deste apartado, “o postal” sobre “o concerto”!
Fucking awesome! Directamente para número 1 do meu top5, destronando o concerto dos Tool no Restelo. Mas vamos por partes.
 
A cidade, Amesterdão. Sem dúvida uma das minhas cidades preferidas (sobre o resto da viagem, conto remeter postal autónomo, porque bem merece). Sem dúvida, uma das cidades mais apropriadas para um concerto de rock&roll. A verdadeira “sin city”! Curiosamente, o Paradiso é uma antiga Igreja (estão a ver as coincidências!), situada mesmo no centro da cidade (paralelismo, sabem o que existe no centro do red light district? Não poderia deixar de ser … uma Igreja… estão a ver as coincidências!). Um edifício com um estilo sóbrio, mas sem dúvida que imponente para uma catedral do rock&roll e coisas afins! Mas é lá dentro que se percebe o encanto do espaço e a razão pela qual qualquer banda que se preze deseje tocar lá (o interior, pela disposição do espaço, fez-me lembrar o Santiago Alquimista). Os vitrais, em jeito de cenário, dispensam qualquer outro artifício cénico para acolher a música. Especialmente (como poderão ver num dos vídeos) quando utilizam a iluminação para os despertar (e a escolha da “Howl” para um desses momentos revela-se, sem dúvida, feliz).
 
O concerto
Sendo objectivo desta viagem ver o concerto, fiz questão de chegar cedo. Tendo em conta a minha experiência em Portugal, em que normalmente os fãs ocupam desde muito cedo lugar na entrada (e não estou a pensar só nos Tokio Hotel…), decidi aparecer duas horas antes do concerto começar, depois de uma passeata pelo Museu Van Gogh (quem conhecer o vídeo de “Sure as the soon” – percebe a coincidência, que se torna maior por a mesma ter feito parte da set-list). Mas, para minha surpresa, só encontrei à porta um grupo de jovens do sexo feminino com objectivos para o concerto “algo diversos” do meu. Confesso que fiquei algo constrangido e decidi que o melhor era mesmo ir até ao outro lado da rua, aproveitar para saborear um hambúrguer “hawaiano” com as famosas batatas com maionese, até que o “grupo de espera” adquirisse uma composição que me deixasse mais confortável. E assim foi. Talvez meia hora antes de abrirem as portas começaram a aparecer toda uma fauna de pessoas, com uma enorme diversidade, na qual me juntei!
 
Confesso que não contava ficar tanto à frente. A verdade é que fiquei mesmo na primeira fila, sendo certo que esta era exactamente no limite do palco, sem grandes ou seguranças entre o público e o estrado do palco. Mas melhor, com alguma prova de civismo não possível de encontrar por estes lados, devo dizer que, ao contrário do que se poderia pensar, não fui alvo de um encontrão ou aperto durante todo o concerto, embora a sala estivesse esgotada, as pessoas dançassem e, em alguns lugares, tivesse existido “moche”… tudo passou-me ao lado (bem, não tudo, no final do concerto, não sei se por tradição, ou mero acaso, as pessoas das varandas decidiram atirar cerveja para quem estava na plateia e tal,…. não me passou ao lado). Sendo guitarrista, tive o privilégio de ficar em frente aos amplificadores da guitarra do Rob (…e constatar a qualidade do Marshall JCM900 e do Fender Twin Combo). Daí a qualidade do som das minhas gravações áudio, compensada pelo feeling das imagens (na minha modesta opinião).
 
Antes dos BRMC, tocarem os “The brothers movement”. Não conhecia, mas deram um concerto muito competente. Em termos de sonoridade, a banda irlandesa pertence à mesma árvore dos BRMC, Black Angels e Warlocks. Portanto, boas ondas musicais, com excelentes canções e psicadelismo rock&roll q.b.
E depois do aperitivo, sem grande aparato, entraram os BRMC. Melhor, o Peter Hayes e o Rob Turner, pois, para os distraídos, o Nick foi dispensado para “reflexão” sobre o seu futuro antes da mini-tourné. Por isso, à bateria esteve Leah que esteve em digressão com os Ravonettes (e como o próprio Nick afirmou, os BRMC ficaram em excelentes mãos).
A abrir, de rajada e com o pé pregado ao acelerador (e ao wah-wah), três músicas do último álbum (Baby 81): “666 Conducer”, “Berlin”, “Weapon of Choice”. Tendo ficado a um metro do Rob (e mais tarde do Peter, que trocaram de lugar em algumas músicas), tive a oportunidade de registar a intensidade e a energia que os mesmos colocaram neste concerto, que se poderia dizer ganho à partida. O meu respeito por eles era enorme, mas ficou ainda maior (já deram cerca de 200 concertos “oficiais” desde Maio de 2007). Posso acrescentar que à 3 música, o Rob estava literalmente alagado em suor (e eu quase em risco de apanhar com um dos muitos perdigotos que eram disparados!). E isto era só o começo..
Seguiu-se uma pequena curva em “Ain't no easy way” (do 3º álbum, “Howl”, injustamente considerado um álbum menor.. na cabeça dos “famosos” críticos profissionais), para um tríptico do 1º álbum com “White palms”, “Awake” e “Red eyes and Tears”, seguido de uma aceleração vertiginosa para “6 Barrel Shotgun” e “Stop” – sim, a banda sonora do meu salto tandem! (do 2º álbum “Take them on, On your own”). De seguida, uma paragem em “Salvation” (1º álbum) para a explosão psicadélica de “Heart&Soul” (2º álbum) – um dos momentos altos da noite.
Da catarse, renasce o Rob que sozinho toca “Devils waiting” (do 3º álbum) e “Cool water” (cover de Hawk Williams). Confesso que a intensidade do momento era intensificada pelo seu “estado químico”, que o impedia de abrir os olhos mas não de tocar de uma forma sublime, sem erros e com uma autenticidade fenomenal.
Seguir “Mercy” (edição “Howl sessions vol. 2”), “Shuffle your feet” e “Howl” – outro dos momentos altos do concerto, na qual os vitrais foram a ilustração perfeita (as duas últimas, ambas do 3º álbum).
Depois, uma música nova “River Styx”, a prometer muito quanto a um novo álbum, com a pujança do “Baby 81”, seguido de “Need some air” (4º álbum), com muito rock&roll no ar, para a brisa de “Sure as the sun” (do primeiro álbum), que fez o aquecimento para “American X” (4º álbum), em que o psicadelismo da guitarra transportou a sala para outra dimensão. E nesse estado de transe, entrou-se a pés juntos em “Whatever happened to my rock&roll – punk song” (1º álbum), num rodopio de múltiplos espasmos entre a assistência. Claro que tinha de existir “encore”, o qual foi exigido em plenos pulmões por toda a sala (sim, o mito do “público português”, por esta altura, já era!)
Momento a só do Peter, com “Pretend” (edição “Howl Sessions”). Talvez por ter ficado mais tempo no “backstage”, em “All you do is talk” (4º álbum), o Rob esqueceu-se da letra, mas ninguém se importou (sim, Bonifácio, isto é rock&roll, cromo!) e não deixou de aplaudir com intensidade e ajudá-lo com a letra. Agora, notava-se que ele estava mais descontraído e de seguida o Peter voltou ao comando com um belíssimo momento a solo com “Steal a ride” (edição “Howl sessions”), sentado em cima do monitor, mesmo junto a mim. Digamos que o estado químico do Peter era em tudo idêntico ao do Rob, se não pior, mas a verdade é que cantou a canção sem falhas, mesmo enquanto beijava (ou coisa parecida) com intensidade a guitarra.
Antecedida do prognóstico “we know you love this song as well as we” .., e com o inconfundível começo do baixo, explodiu no ar “Spread your Love” (1º álbum), com a qual terminou o concerto, com agradecimentos e sorrisos de satisfação mútuos!
Ok, não fiquei com a set-list nem com a baqueta da baterista, mas, meus amigos, foi o concerto,  25 músicas, 2 horas e 30 minutos de concerto, paixão e suor. Valeu a pena, encheu-me de satisfação, e espero que não provoque muita inveja a quem não teve este privilégio (esses terão de esperar pelo concerto dos “The Big Church of Fire). Só me resta questionar, o que andam a fazer os promotores de música deste país, para que em 3 digressões europeias desde Maio de 2007, nem uma vez os BRMC tenham passado por Portugal. Tendo pago 16 euros para ver o concerto (não estão a ler mal, não, são mesmo 16 euros, bilhete comprado na bilheteira “tickmaster”.. o que faz pensar no que se paga por cá), certamente que não será do caché…    
Em verdade vos digo, It’s the fucking rock&roll, stupid!
 
 

 

 

 

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publicado por O Carteiro às 14:05
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Sexta-feira, 20 de Junho de 2008

Paradiso

 

Embora nos dias que correm o concerto de que se fala e anseia seja o dos "The Big Church of Fire", a verdade é que no próximo dia 23, pelas 19:00 locais, no Paradiso, espero finalmente ter oportunidade de ver tocar uma das minhas bandas preferidas e ouvir algumas das músicas mais significativas do meu universo emotivo-psicadélico-surreal-musical.
Infelizmente a Feiticeira não me poderá fazer companhia neste evento. Sem que possa colmatar a ausência, terei o prazer (de mui diversa natureza, para que não restem dúvidas!), de ter a companhia do Dani, esse emigrante português (embora já o fosse no seu país, desterrado no Algarve, onde pululam águias a lagartos). E dito isto, digo também que teremos certamente oportunidade de brindar à próxima Liga dos Campeões! E dito isto, apenas acrescento, quão patéticos são os dirigentes e alguns fanáticos desse clubeco de teias de aranha. Só gostava de saber se os 30milhões de euros foram calculados em função da vitória na champions que, por força da UEFA, assim se torna impossível. É preciso não ter vergonha na cara .. ou ter orelhas grandes de mais!!
Bem, mas importante neste postal é o meu regresso a Amesterdão (espero que o tempo esteja tão fantástico como naqueles dias de Fevereiro do longínquo ano de 2002, em que um grupo de jovens erasmus - 9- acabou alojado num quarto pintado de roxo, com luzes neon, em casa de um dealer local, que proclamava ter sido baixista do Bob Marley e que nos oferecia o que tinha de melhor e sem misturas....) e, claro está... Ladies and gentlemen, "The Black Rebel Motorcycle Club" ...
 

 

publicado por O Carteiro às 13:57
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Domingo, 8 de Junho de 2008

The Black Angels

 

Reverend Joe sends a special hail to “The Black Angels”. One of these days, maybe “tomorrow”, we can all meet and play a show together. The Big Church of Fire will welcome you to Portugal with a very warm rock&roll reception.
publicado por O Carteiro às 21:13
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Quinta-feira, 5 de Junho de 2008

Poker nights

 

Para alguns já não é surpresa, mas “Poker Nights” está no ar! Todos os salmos dos The Big Church of Fire estão disponíveis para serem ouvidos pelos crentes e…… pelos futuros crentes. Graças à inovação tecnológica, no cantinho direito desta caixa postal, já não há desculpas para não serem salvos pela Igreja! Mas, para terem uma experiência total devem visitar, com a maior frequência possível, a página do “Myspace”.
Não me canso de repetir, mas não tenham pudor em partilhar os vossos pecados com a Igreja, nos estamos aqui para isso. Por isso, não se inibam de nos enviar os vossos comentários, e-mails, post-it’s, papiros, sinais de fumo, mensagens telepáticas (mas com aviso de recepção s.f.f.). Por outro lado, a Igreja também está sempre aberta a colaboradores, ofertas e dízimos.
Portanto, a pergunta que se impõe é a seguinte: Are you ready for “poker nights”?
publicado por O Carteiro às 23:34
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Terça-feira, 3 de Junho de 2008

Salmos da Igreja – Primeiro Single

 

Esqueçam o “Aleluia” porque “Aleluia” só em entra na Igreja se for uma garrafa de wiskhey.
Para vossa agradável surpresa, certamente, têm agora oportunidade de ouvir nesta caixa do correio, em primeira mão, todos os êxitos dos “The Big Church of Fire” compilados na “Teh Beta 1.0” – Home Recordings/First Take.
A magia aconteceu durante a madrugada do dia 1 de Junho, numa sessão de gravação contínua, até ao raiar da aurora, onde o JD e a Super Bock deram lugar às Pedras Salgadas…
Como não poderia deixar de ser, queremos escolher um “single” e nada melhor do que recorrer gratuitamente aos serviços dos nossos potenciais seguidores nessa missão. Para tal, apenas têm de ouvir com atenção as nossas canções (quantas mais vezes, melhorar) e expressar a respectiva escolha, de forma original, de preferência..
publicado por O Carteiro às 09:32
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