São cartas Senhor, são cartas! Depois de tocar a campainha, algo acontece. Não é o carteiro, mas há uma carta por abrir.

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Quinta-feira, 29 de Maio de 2008

Le grand finale... Cat Power

 

Pode não ter sido o melhor concerto da minha vida, nem entrar no top 5, mas sem dúvida que foi um bom concerto, cheio de intensidade e de intimidade de uma verdadeira senhora que se dá pelo nome de Cat Power. Já alguém o disse, mas acho que o coliseu não seria exactamente o sítio mais apropriado para o tipo de concerto e setlist da Cat Power. Mas a minha maior objecção vai para a qualidade do som da voz da Cat, sendo certo que o facto de ter visto o concerto a partir das galerias pode ser responsável por um som abafado e distorcido que dificilmente permitia contemplar a intensidade da voz e do cantar da Cat Power. Tal foi especialmente acentuado nas músicas mais calmas, onde a voz dela (em gravação) se destaca em todo o seu calor.
Na Comitiva desta “workshop” (pois como diz “Louie, the Pilgrim”, os Big Church of Fire não vão a concertos, vão a “workshops” para “explorar conceitos artísticos”), as opiniões dividiram-se quanto à qualidade do som e do concerto, mas todos estiveram de acordo numa coisa: mas que “grand finale”!!
PS – O realizador desde já penitencia-se pela qualidade da imagem, mas, tal como em relação à qualidade do som, nada disso é importante quando a alma não é pequena!

 

 

 

publicado por O Carteiro às 08:41
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Terça-feira, 27 de Maio de 2008

Eu também quero isso

 

Hoje é segunda-feira e como é dia de cinema para alguns, dia de ver a Cat Power para outors (como eu!!), fica aqui uma recomendação: “Shine a light”. Acho que é uma recomendação bastante imparcial, não sou um fã dos Rolling Stone, embora goste de muitas músicas deles e, como já dei conta aqui e que agora aproveito para ilustrar com um “car vídeo” .. já tive uma epifania ao som de “You can’t always get what you want” enquanto rodava dentro dos speed limits da bela Califórnia… hum, califórnia…
Mas digo que ver o concerto é muito mais que ver um concerto gravado em filme, e digo isto não apenas por causa dos excertos, em jeito de flashbacks, dos tempos áureos da banda (que no entanto são verdadeiros “flocos de neve”). É o rock&roll. E a verdade é que é impossível falar em rock&roll sem falar neles. E vê-los ao vivo depois destes anos todos, para uma pessoa que nunca os viu, é uma experiência bem intensa, com o toque (bem presente), do Martin Scorsesse (e que não deve ser esquecido… aliás, acho que ele exagera um pouco no “drama” da sua presença, muito mais programada do que espontânea, mas ainda assim contida..)
Acredito que possa existir muita “produção” que dê sustentabilidade à banda (aliás, o som está fantástico, com um coro e músicos de apoio exímios), mas a essência são os “rolling stones”, a bateria, as guitarras e a voz. Não dá para acreditar na energia que eles colocam em palco e na forma pujante que se lançam na execução das músicas. Bem que os convidados (Jack White – com um sorriso de orelha, Cristina Aguilera – muito bem “encaixada” no dueto com o Jagger; e Buddy Guy – the bluesman do estilo partir a loiça toda) tiveram de dar o seu melhor para acompanhar o ritmo. Claro que o Mick Jagger é um caso à parte. Não sei o que ele toma, mas só sei que “eu também quero isso!” ..UhUh

 

publicado por O Carteiro às 12:37
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Quinta-feira, 15 de Maio de 2008

On the road to El Paso

You had the opportunity to listen to the "live demo preview" of the song "On the road to El Paso", and you were amazed...

Well, now you will be blazzed with the "home studio mix" of "On the road to El Paso". Check it here . Listen to the song responsible for the comment: "ZZtop, get out of the fucken way"...

 

publicado por O Carteiro às 13:20
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Quarta-feira, 14 de Maio de 2008

Cicuta para o povo

 

É angustiante o sentimento de impotência perante a evidência de que o Estado de Direito e a democracia em Portugal estão de rastos, como ainda há pouco foi posto a nu por um estudo na UE e que, para espanto de ninguém, colocava Portugal no antepenúltimo lugar (têm razão, podia ser pior…). No entanto, esse estudo foi “neutro” quanto ao impacto na minha angústia e, receio que dificilmente possa ficar chocado com mais evidências nesse sentido. Posso até ter um momento de “abanar a cabeça”, mas ficar surpreendido e ainda mais desapontado… receio que não. E foi assim que abanei a cabeça com o estado (e com o Estado) do país, quando confrontado com notícia que li no Público de hoje: “Sócrates fuma no avião fretado da TAP que o transportou de Lisboa para Caracas”. É certo que, o episódio em si, é aquilo que elitistamente se designa por “fait diver”, mas é, infelizmente, sintomático da concepção despótica, arbitrária, fascista e corrupta do “poder público e privado” em Portugal. É com total convicção pessoal que afirmo que entre Sócrates e Salazar não há diferença ontológica alguma, apenas contingências históricas. Mas acho que ainda estamos pior do que se viveu durante o Estado novo, uma vez que tudo se passa sobre um “véu de Maya”, da ilusão da democracia e do Estado de direito material (aliás, depois de ter a possibilidade de conhecer doutos pareceres dos “pais da Constituição” sobre a aplicação do texto fundamental a situações concretas, “com relevante impacto económico”, começo a ter uma visão completamente diferente sobre as reminiscências da Constituição de 33 na constituição de 76…).
 
Mas, mais preocupante é saber que existe um suporte popular (aliás, como existiu e existe ao Estado Novo), por detrás desta fachada de democracia e de Estado de direito. Não resisto, sem antes ter arremessado uma “cuspidela intelectual”, a transcrever aquilo que eu considero ser um significativo de um comentário de um leitor do Público, com tiques de José Hermano Saraiva enquanto Ministro da Educação do Salazar:
“Bem, realmente o Público anda com uma linha editorial que impressiona pela mesquinhez e tacanhez. Continuem com este tipo de trabalho e pode ser que deixem de ter publicidade…” .
 
Agora, em jeito de metáfora conclusiva, não digo: “Cicuta para Sócrates”, pois não iria mudar nada, neste país, o que não falta é “gambozinos” e Sócrates, mas deixo um “Bem-haja e cicuta para o povo, já”
publicado por O Carteiro às 12:58
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Terça-feira, 13 de Maio de 2008

O orgulho do padrinho

 

Até tenho uma lágrima no canto do olho.... (para além da natural felicidade de teres esse emblema junto ao coração, uma dia vais perceber que te resgatei de uma vida infelicidade ... se fosses adepto do benfica como o teu pai! Uma dupla felicidade, tal como o benfica ter ficado em 4º lugar!!)

publicado por O Carteiro às 13:36
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Segunda-feira, 12 de Maio de 2008

Power On

 

 

A sua compra/Your purchase
Espectáculo/Event:
CAT POWER 
Dia/Hora:
Day/Hour:
2008-05-26 22:00
Sala/Room:
COLISEU DOS RECREIOS 
Lugares/Seats:
2 bilhetes para Galeria em Pé

 

 

 

publicado por O Carteiro às 14:51
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Sexta-feira, 9 de Maio de 2008

With extra Blues!!

 

The rumor is true. The Big Church of Fire has news for all their loving supporters. The Big Church of Fire is recording their long waited EP, before they get “back” into the wild stage acts!!! Hum, we know… you can’t barely wait… It will be a very important moment, and The Church is open to any suggestions or even invitations for their first gig in this new millennium!
 
Well, for the moment, you can listen to the new, hot, spicy and with extra blues songs of “The Church” by clicking below and travel to “ourspace”:

 

publicado por O Carteiro às 00:39
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Segunda-feira, 5 de Maio de 2008

O tempo dos caracóis

Eu sei que o título pode indiciar que, finalmente, eu fui subvertido aos “mouros” e que acho delicioso um pitéu de caracóis com coentros. Desenganem-se. Nem um nem outro me convencem…. MAS o que realmente me motiva neste postal foi o fantástico apontamento jornalístico domingueiro (SIC Notícias) relativo a um novo sector de empreendorismo em Portugal: a produção de caracóis.

É impossível não ficar entusiasmado quando um dos promotores do referido projecto menciona com natural dedicação e paixão que o negócio vai bem, até porque “Tenho 20 mil caracóis a praticar sexo numa sala e para o ano conto ter 100 mil”. Qual Sudoeste, qual Woodstock, a festa do caracol é que é! Será que também há drogas e rock&roll?

música: Generation sex - Divine Comedy
publicado por O Carteiro às 12:46
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Sexta-feira, 2 de Maio de 2008

Me not!

Sabem quem é Seung Cho? Hum, eu também não sabia até ter visto com atenção o documentário sobre o massacre na universidade de "Virginia Tech". 32 pessoas foram mortas, muitas mais feridas, o que fez de Columbine uma "brincadeira de meninos".. Em todo caso, acho curioso que desta vez não se tenha especulado sobre as "más influências" da música e do cinema... confesso que, pessoalmente, não foi surpresa para mim saber que o "mártir" gostava de U2.. isto só confirma as minhas suspeitas e deixa-me mais tranquilo quanto ao meu instinto sanguinário quando ouço o dito "quarteto".. à semelhança do Phil Collins, na verdade, uma das trompetas do demo. Felizmente tento tomar todas as precauções para não me deixar dominar pelo "canto maldito", mas hoje fui atraiçoado pela música ambiente do parque de estacionamento. Felizmente não havia nenuma arma de destruição maciça por perto..

 

PS- Para demonstrar que a minha maldade tem largos traços de subjectividade, deixo aqui uma música fantástica que não me canso de ouvir.. chama-se "one"... 

 

Sempre foi um enigma para mim a utilização desta música (na versão do bando de azeiteiros irlandeses..) nos casamentos.. provavelemente se tivessem ouvido esta, mudariam de ideias...

publicado por O Carteiro às 16:03
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