São cartas Senhor, são cartas! Depois de tocar a campainha, algo acontece. Não é o carteiro, mas há uma carta por abrir.

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Segunda-feira, 20 de Novembro de 2006

Random

random.jpg


Hoje dedico este postal ao random do meu media player.. acho que posso recorrer a um lugar comum e dizer “que seria de mim sem o meu random?”. E começámos com “Eldery woman behind the counter in a small town”, ao vivo no Pavilhão Atlântico, no passado dia 4 de Setembro.. sim, esse dia... arrepios, muitos arrepios, de um excelente concerto (acho que já disse isto, mas aconselho vivamente a obterem uma gravação do mesmo, especialmente aqueles que lá estiveram)


Tenho desenvolvido um estreita relação com o random e penso que não será só obra do acaso.. Metáfora? Certamente, talvez seja o meu mais actual leitmotiv das minhas decisões (hearts and thoughts they fade, fade away).


Não posso deixar de falar da contagem decrescente para a Argentina. Sim, faltam sete dias para chegar a um dos meus destinos de sonho, Buenos Aires (que me faz lembrar um restaurante em Arraial d’Ajuda: Boi nos Aires….humm). È a primeira vez que me lanço numa aventura do género, ou seja, uma viajem sem programa definido, caminho aberto para aventura, durante três semanas, com a “buena” companhia de três “brasitas”: Saozinha eléctrica, a Dama do eléctrico (ou melhor, no caminho do eléctrico!) e a Bailarina eléctrica. O nome de guerra desta aventura é mesmo: “Don Pepe y las três brasitas”. Eu sei o que o está a passar pelas vossas cabecinhas de telenovela (!), mas quem me conheça, não ficará tão surpreendido assim, até porque, ao contrário do que se poderia pensar, não me converti ao islamismo. Entretanto, no meu random, uma sequência bastante peculiar, em contraciclo com a excitação da aventura: Joan as police woman – The ride; Johnny Cash – Personal Jesus; Cat Power – Names; Lisa Germano – In the maybe world; Marisa Monte – Até parece; Black Rebel Motorcycle Club – Gospel Song… tenho de parar um pouco, para o meu momento introspectivo… corrigindo, para aprofundar o meu “momento” introspectivo)


Depois, de Lullaby – A perfect circle, regresso com Exausted – Foo fighters. Sim, talvez regresse porque também esteja um pouco exausto, mas em abono da verdade devo dizer que já me senti pior, não só porque hoje é domingo e regresso a Lisboa depois de um fim-de-semana pacato na “terrinha”, mas porque penso que, em geral, o meu nível de exaustão tem sido combatido endemicamente por uma curiosa sensação de bem-estar. O mais estranho é que parte desse bem-estar talvez se fique a dever ao trabalho (talvez ainda tenha de concordar com Santo Agostinho… cruz credo… a propósito, esta semana morreu Milton Fridman e até mereceu destaque de uma página no jornal OJE.. imagino que tenha sido dia de festa na FDUC, pelo menos , o Avelãs Nunes não deve ter deixado passar o dia em vão … eu apenas sorrio! – Nine Inch Nails – Closer – “I wanna fuck you like an animal”.. este random não deixa passar uma oportunidade para revelar toda a sua largueza de espírito). Mas voltando ao meu “cool” estado de espírito, acho que a minha regeneração como surfista também é uma boa explicação. È curioso acabar por fazer minhas palavras tais como: “O surf não é um desporto, é um estado de espírito”. “Jamming surf rules!” Acho que nunca desejei com tanta intensidade a chegada do verão, que para os devidos efeitos começará em Março!


Mais uma vez, o meu random corresponde, Fun Lovin’ Criminals – Shining Star… cooool…. Foi pena que a “Esmoriz In Beach Party” se tenha ficado por apenas uma edição.. o DJ Lagarticha não pode deixar de passar este som na edição 2007! Quem é que não tem saudades do DJ Lagarticha??


E a onda cool continua (e esta passou mesmo na “Esmoriz In Beach Party 2006” – Sublime – Doin’ Time) ao sabor das melhores caipirinhas!! Lá se vai a minha introspecção, e agora estou com um sorriso de orelha a orelha… embora sem ajuda das caipirinhas!


Lol. Este meu random é requintado em figuras de estilo: Tool – Sober. Aproveito esta dica, para falar um pouco do concerto do dia 5. Eu não tenho qualquer problema de pertencer “ao rebanho de carneiros” (até porque sou da terra deles… embora goste mais da terra dos calhaus… piada regional), mas, neste caso, aparentemente, tenho de ser uma voz dissonante. Eu fiquei desiludido com o concerto dos Tool, que acabou por ser um concerto para agradar a carneiros e contrariar aparentemente a própria visão da banda sobre o mundo do espectáculo e a relação da banda com a música e com os fãs da sua música (a acreditar nas próprias palavras dos membros da banda, embora seja sempre possível, recorrendo à retórica, inverter a lógica destes factos). Um concerto que repete a setlist do concerto de Maio, à excepção de uma música (não só repete as músicas, como a própria sequência), não fica nada bem a uma das bandas mais esforçadas em termos de exploração da dimensão artística da música. Com um cardápio de músicas fantásticas como aquele que têm os Tool, seria de esperar que se tivesse evitado “facilitismo” de tocar as mais conhecidas (e diria mesmo, susceptíveis de agradar mais “the kids”, como a stinkfist, lateralus, aenema) e já tocadas em Portugal mais do que uma vez. E depois, fiquei desapontado com o cenário, que acabou por ser em tudo semelhante ao usado em Maio… sinceramente, fiquei com a sensação que esta era uma tour para preencher calendário… pelo menos, intactas estão as memórias do primeiro concerto no Restelo e do concerto dos A perfect circle (e claro, no meu mplayer, neste exacto momento, ouço “the package”, uma das mais fantásticas músicas do concerto do coliseu dos recreios).


Bem, já consumi boa parte da minha viagem de comboio, que me levará de volta à capital, graças à companhia do meu random. Só mais uma. Qual será a escolha?


…Cibelle – Phoenix …. Deliciosa ironia, não acham? Claro, só para apreciadores!


 


 Help me, I'm falling down
Help me, I'm falling down
the stair
Of my thoughts, my heart
Help, I'm
slipping down
Help me

I'm slipping down, I
feel my skin dry
Miles away they could be rebirth
They
could become a cloud
They could be anyhow
Just a small
portion of the ocean, so…

Give me something softer
cautionly (?)
Give me some feathers so that I can stop it
and glide
And glide up
Like a little birds and glide
up

Like an eagle
With gigantic wings
Master the
winds of change
Master the winds
Reborn again
Like a
phoenix

So help me
Help me, I'm gonna
fly
Help me
Help me, I'm gonna fly so high
Like
a phoenix
Born again like a phoenix
Born again like a
phoenix
Born again


 

publicado por O Carteiro às 00:28
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Quinta-feira, 16 de Novembro de 2006

Up on the hill e encadeamentos afins

54c_faith_hill.jpg


Eu devia estar a dormir, mas não podia deixar passar mais um dia sem deixar um postal nesta caixinha que vai merecendo ainda assim a vista de algumas almas generosas.


Devo avisar que estou cansado, mas felizmente já cumpri a missão que me tinha atribuído para hoje (… para além de passar camisas a ferro!!).


No entanto, vou socorrer-me do meu pequeno “livro vermelho de viagens” (que tem uma bela encadernação com o Zodíaco chinês.. descobri recentemente que o meu signo é ovelha e não cabra como erradamente supunha… será um up-grade?).


 


A “viagem” a seguir descrita só poderia situar-se no início desta semana, quando os efeitos positivos de um fim-de-semana de sol e com um excelente dia de praia e mesmo de surf (embora pense que as ondas não tenham chegado sequer ao “metrinho”) com o “goodbye churrasco” do campeão belga de surf .. ou seja, ainda com good vibes no ar!


 


“Na pressa de sair de casa esta manhã, lancei a mão aos meus cds sem destino traçado. Surpreendentemente cheguei a território “colombiano” (embora, dia 26, o meu destino seja um bocadinho ao lado, isto é a Argentina e o Chile… si, si, ya cambié “olᔠpor “hola”!!). Aceitei o desafio e abençoada a hora que o fiz. É impossível não ficar “cool” quando se ouve o “groove” de “Up on the hill” dos Fun Lovin Criminals..


O cenário para ouvir “100% Columbian” seria um final de tarde de Verão, no carro, “conduzindo sem destino” (ou com destino à praia, onde se pode ver o pôr do sol, enquanto se bebe um refrigerante de uma marca qualquer… já estou a dispersar!). Mas aceitem o desafio, façam a experiência.


De encadeamento em encadeamento, chego ao Carnaval. Quer dizer, não propriamente ao Carnaval, mas a uma certa festa de máscaras. Sim, o encadeamento leva-me ao dia 27 de Fevereiro de 2002, via del porrione, Siena. Sempre disse que se fosse um criminoso, a minha opção recairia em personificar um gangster de Nova York dos anos 20. Nesse dia, tive a oportunidade de ser o “capo” da “famiglia erasmus” (sem faltar o indispensável beija mão e… a inevitável rusga dos carabinieri!!)


Outro encadeamento, Nova York. Mas não só, “on the road”, jack kerouac. E com isto, um voto para 2007, concretizar a viagem pelos States fora, de preferência “coast to coast”. Aceitam-se inscrições para esta aventura. Depois não digam que não convidei! O convite está na caixa de correio…


 


Para terminar com “good vibes”…. Só para apreciadores, claro:


 


We have all the time in the world.
Time enough for life to unfold all the precious things life has in store.
And we got all the love in the world.
And as time goes by you will find we need nothing more.

And every step of the way we'll find us
with the kiss of the world behind us.
And we got all the time in the world for love.
Nothing more, nothing less, only love.


Only love, yeah baby.


P.S. Sim, a foto é um trocadilho em forma de encadeamento... quem aceita o desafio de descobrir qual é?

publicado por O Carteiro às 01:14
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Sexta-feira, 3 de Novembro de 2006

Parte de algo

Parte de algo
Num falso sentido
Ao anoitecer
Ao acordar
Parte de algo
Que não se esquece
Que não se sente.
E ainda assim,
Parte de algo
Está presente
No incómodo
No estremecer
Em paredes confusas
De dedos mendigos
Sem forma de ser
Numa ausência
Incandescente.
E se quero algo
Quero adormecer
Partir no amanhecer
Para não chegar
A lado algum
Pois parte de algo,
Que é algo mais,
Está perdido.
publicado por O Carteiro às 19:35
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