São cartas Senhor, são cartas! Depois de tocar a campainha, algo acontece. Não é o carteiro, mas há uma carta por abrir.

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Domingo, 6 de Novembro de 2005

Moinho de Nevoeiro

fiona04.jpg 


Não podia deixar o meu blog em branco por mais tempo... Assim, sai mais um coelho da cartola....


 


Moinho de Nevoeiro


 


Lá fora, apenas o silêncio,


Esquecido no vento,


Envolvendo folhas abandonadas,


Dançando sem rima,


Sem valsa ou sinfonia.


O ar, absorto em gotas,


Torna-se opaco,


Em rios de nevoeiro,


Num fim de tarde


De um dia quase perfeito.


 


Os campos lavrados em verde,


Com um pouco mais de escuro,


Com um pouco mais de magenta,


E talvez tudo tão puro.


 


Ali estará o moinho,


Parado pelo tempo,


Em amarras de musgo,


De silvado e espinhos.


E junto à sua tortura,


Estará também o rio,


Que já não consigo ver,


Moendo as pedras


Polidas pelo tempo.


 


Já não distingo a serra,


Enquanto o manto invisível


Varre este vale.


Sei que é mais um dia


Que promete ser noite,


Onde perderei os sentidos,


Nas palavras


E nos sonhos perdidos.


Ps. Ainda não consegui comprar o cd da Fiona... É Portugal, Portugal... O que é que estás à espera.

publicado por O Carteiro às 00:14
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